O destino é um sujeito engraçado, esses dias estava eu na casa de uns parentes e um tio veio me apresentar ao fluck, para vocês, gente de pouca visão, fluck é só uma palavra qualquer relacionada ao monociclismo (é, meu tio é desses), mas para mim, gente de visão média, fluck teria sido um passaporte para um mundo novo. Não faz sentido? Eu explico então.
Há seis anos minha família e eu fomos morar com esse tio, e foi ai também que eu tive pela primeira vez acesso a internet em um lugar privado, agora faça as contas, 15 anos + internet = ???. Isso ai, conhecer o próprio corpo, deus é testemunha que ninguém conhecia o próprio corpo melhor do que eu aos 14/15 anos, mas o cerne da questão não é exatamente esse, lá em cima eu disse que fora a primeira vez que eu tive acesso à web em um lugar privado, mas isso não é bem verdade, lá não era exatamente privado (o pecê ficava no quarto desse meu tio, casado, pai de três), então quando eu precisava de uma referência feminina para poder conhecer melhor o meu corpo, eu tinha de dar meus jeitos. Foi então ai que o trair dos meus dedos ao digitar “Titãs” (é, eu era desses) me mostrou a luz, eu me enrosquei com o ~ e mandei um tits na busca, o resultado foi mais informações sobre o meu corpo.
“Ta, beleza, cê mandou tudo isso ai pra dizer que escreveu titãs errado e toco uma de brinde?” é, bem por ai, mas não é só isso, graças aos meus conhecimentos em ótica e semiótica, esse erro virou uma desculpa, caso alguém perguntasse, para qualquer coisa que aparecesse no pecê: “Tiago, o que é esse site sobre anãs donas de casa?” – “Ah, eu ia pesquisar titãs e digitei errado, o resto abriu sozinho”. Ta certo que como tudo na vida, quando você se prepara bem para o imponderável, ele o deixa de ser, ninguém nunca me pegou fazendo nada e a desculpa se foi naquele momento.
Hoje eu tenho um pecê particular no meu quarto, uma vida sexual razoavelmente ativa (apesar do que...hum, melhor deixar pra lá) e não preciso mais de subterfúgios para praticar aquele amor próprio quando a alta estima não estiver lá tão alta, mas o fluck me lembrou desse tempo onde as coisas não era tão fáceis, e talvez por isso fossem um pouquinho mais divertidas, enfim, se tiver alguém de 15 anos com um pecê compartilhado, you gotta ♥ fluck!
Post Scriptum : Nessa mesma conversa sobre o fluck ele comentou que as vezes via vídeos e não os conseguia encontrar de novo, meu primo, filho dele que deve ter uns dez anos, relatou que com ele era o mesmo com jogos, eu usei a linguagem dos sábios e...me calei.
Há seis anos minha família e eu fomos morar com esse tio, e foi ai também que eu tive pela primeira vez acesso a internet em um lugar privado, agora faça as contas, 15 anos + internet = ???. Isso ai, conhecer o próprio corpo, deus é testemunha que ninguém conhecia o próprio corpo melhor do que eu aos 14/15 anos, mas o cerne da questão não é exatamente esse, lá em cima eu disse que fora a primeira vez que eu tive acesso à web em um lugar privado, mas isso não é bem verdade, lá não era exatamente privado (o pecê ficava no quarto desse meu tio, casado, pai de três), então quando eu precisava de uma referência feminina para poder conhecer melhor o meu corpo, eu tinha de dar meus jeitos. Foi então ai que o trair dos meus dedos ao digitar “Titãs” (é, eu era desses) me mostrou a luz, eu me enrosquei com o ~ e mandei um tits na busca, o resultado foi mais informações sobre o meu corpo.
“Ta, beleza, cê mandou tudo isso ai pra dizer que escreveu titãs errado e toco uma de brinde?” é, bem por ai, mas não é só isso, graças aos meus conhecimentos em ótica e semiótica, esse erro virou uma desculpa, caso alguém perguntasse, para qualquer coisa que aparecesse no pecê: “Tiago, o que é esse site sobre anãs donas de casa?” – “Ah, eu ia pesquisar titãs e digitei errado, o resto abriu sozinho”. Ta certo que como tudo na vida, quando você se prepara bem para o imponderável, ele o deixa de ser, ninguém nunca me pegou fazendo nada e a desculpa se foi naquele momento.
Hoje eu tenho um pecê particular no meu quarto, uma vida sexual razoavelmente ativa (apesar do que...hum, melhor deixar pra lá) e não preciso mais de subterfúgios para praticar aquele amor próprio quando a alta estima não estiver lá tão alta, mas o fluck me lembrou desse tempo onde as coisas não era tão fáceis, e talvez por isso fossem um pouquinho mais divertidas, enfim, se tiver alguém de 15 anos com um pecê compartilhado, you gotta ♥ fluck!
Post Scriptum : Nessa mesma conversa sobre o fluck ele comentou que as vezes via vídeos e não os conseguia encontrar de novo, meu primo, filho dele que deve ter uns dez anos, relatou que com ele era o mesmo com jogos, eu usei a linguagem dos sábios e...me calei.